quarta-feira, 1 de junho de 2011

Últimas Notícias: "Kit Anti-Homofobia", PLC 122; Novo ataque ao sítio da ABGLT; Perseguição ao Pr. Ricardo Gondim e sua Carta Aberta

Bem, ontem a impunidade das empresas de telefonia, tv por assinatura e banda larga, em mim diretamente manifestada pela NETCOMBO se materializou com a visita do técnico às 12h02 para, pela terceira vez, religar a minha linha. Os procedimentos duraram até 12h30, hora em que se foram, deixando o telefone com linha que - depois eu descobriria - apenas recebe ligações, não transmite. A Banda Larga, que cancelei juntamente com todos os serviços contratados - motivada pela venda de algo não entregue -, continua funcionando. E vamos que vamos, pois, afinal, nenhuma autoridade desse país consegue fazer com que essas empresas cumpram a lei. Enquanto isso, abarrotam reclamações nos serviços ao consumidor, na Anatel e nos Juizados Especiais Cíveis. Em vão, pois o cálculo do custo das tarifas inclui as despesas provenientes de advogados, custas processuais e multas. No final a gente é quem paga por tudo e fica sempre por isso mesmo.

Mas voltemos para o que de fato quero registrar.

PLC 122 - Últimas notícias

Ontem, a Senadora Marta Suplicy reuniu-se com os senadores Marcelo Crivella e Demóstenes Torres e o Presidente da ABGLT, Toni Reis, para discutir o PLC 122 - que ampliando a atual lei contra discriminação racial, cria uma Lei antidiscriminação, nela incluindo, entre outras manifestações discriminatórias, aquelas motivadas pela identidade de gênero e orientação sexual.
Segundo a opinião da Senadora Marta - divulgada em seu twitter - a reunião foi positiva e houve grandes avanços; todos os quatro integrantes da mesma tem verdadeiro interesse na superação da cultura discriminatória. Agora, ainda segundo a Senadora, é colocar tudo no papel, em formato de norma jurídica:
A conversa sobre o PLC 122 foi muito positiva, fizemos grandes avanços.
Nós quatro (Crivella, Demóstenes, Toni e eu) somos contra toda forma de discriminação e violência. Agora vamos colocar tudo em juridiquês.

A Agência Senado confirmou a notícia adiantada pela Senadora Marta e, às 19h43 de ontem, divulgou a notícia em sua página, sob o título


"[...] De acordo com a relatora do texto na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), Marta Suplicy, uma das principais mudanças será no artigo que pune a discriminação ou preconceito pela orientação sexual. A nova redação, segundo a relatora, vai prever punição apenas àqueles que induzirem a violência.
- O projeto contemplou a todos os que estavam ali: o Toni Reis, da ABGLT, o senador Demóstenes, que queria dar constitucionalidade ao projeto, e o senador Crivella, que queria a proteção aos pastores e à liberdade de expressão - explicou a senadora.
O ponto que causou a maior polêmica na discussão do projeto foi a liberdade de expressão dos religiosos, que alegavam que qualquer manifestação contra a homossexualidade poderia ser caracterizada como discriminação ou preconceito. Uma emenda chegou a ser acrescentada pela relatora ao texto para garantir essa liberdade, mas o projeto acabou retirado da pauta da CDH no último dia 12 para maior discussão.
De acordo com Crivella, não é necessário prever no projeto a punição à discriminação contra os homossexuais porque isso já é contemplado no Código Penal, com a previsão do crime de injúria. Segundo o senador, o novo texto está sendo elaborado com base em uma proposta alternativa de sua autoria, que puniria a discriminação em hipóteses especificadas.
- Qualquer discriminação de acesso ao comércio, de direito no trabalho ou qualquer ato de violência praticado contra a orientação sexual seria punida pela lei - explicou o senador.
Discordâncias
Crivella afirmou que o projeto em discussão é novo e que poderá "enterrar" de vez o PLC 122.
- Acredito que a gente consiga enterrar o PLC 122. Eu tenho firmes esperanças de que nós vamos enterrá-lo a sete palmos. Tenho esperança também de que possamos fazer uma lei boa como essa que eu propus, que não é uma lei só para o homossexual. Ela também pune os crimes contra heterossexual - explicou.
Marta Suplicy, no entanto, disse que o texto não representa um novo projeto, e sim alterações ao PLC 122 nos pontos em que havia maior resistência.
- Eu pedi para ele [Crivella], em homenagem à [ex-deputada] Iara Bernardi, que fez o projeto original, e à [ex-senadora] Fátima Cleide, que ficou cinco anos aqui no Senado, que mantivéssemos o projeto original com todos os adendos, tirando algumas coisas que eram do original. Isso eu acho que foi contemplado.
Aumento de penas
Ainda segundo a senadora, por sugestão de Demóstenes e Crivella, o novo texto vai incluir o aumento de penas para crimes já previstos no Código Penal, como homicídio e formação de quadrilha, quando resultantes de atos contra a orientação sexual. Marta disse que o texto está sendo colocado em "palavras jurídicas" e que representará um grande avanço, se houver consenso.
- Comemorar, só na hora que eles olharem a redação final e concordarem, mas acho que o avanço foi extraordinário e eu estou muito feliz - concluiu.
Isabela Vilar / Agência Senado"

No mesmo sítio, a Agência Senado recordou que data já de quase dez anos o projeto antidiscriminação aos homossexuais, regulamentando, assim a determinação constitucional. Veja aqui

Material Paradidático do Programa Escola Sem Homofobia - Últimas notícias

O Ministro da Educação Fernando Haddad participou, ontem, dia 31/05/2011, no Senado, da audiência pública promovida pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). 

A audiência foi presidida pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR). Teve como pauta o debate das questões: o ensino da língua culta, supostas preferências em textos de livros de História pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva e o chamado kit anti-homofobia.

A Agência Senado noticiou:

"De acordo com Fernando Haddad, o convênio do Ministério da Educação firmado para preparação material, a ser distribuído em escolas de ensino básico, será cumprido na sua totalidade. A produção foi suspensa após críticas de líderes religiosos sobre o material que iria compor o kit.
Ele informou ainda que recebeu sugestão de parlamentares que integram a Frente Parlamentar de Defesa da Família no sentido de que campanhas contra preconceito fossem feitas de maneira a combater toda forma de intolerância.
- Vou submeter a sugestão à presidente Dilma e receber dela a diretriz sobre o assunto - disse.
Ao comentar o chamado kit anti-homofobia, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) afirmou ser "fundamental" o combate aos preconceitos. Temas como a homofobia, defendeu o senador João Pedro (PT-AM), devem ser discutidos "com serenidade".
Por sua vez, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) afirmou ser necessário não registrar apenas o que é negativo no Ministério da Educação, mas também o que é positivo, como a expansão de escolas técnicas. Marcos Magalhães / Agência Senado"

Página Oficial da ABGLT foi alvo de hackers

Mas, como nem tudo é, foi ou será pacifismo, harmonia, entendimento, fraternidade, ontem mesmo o sítio da ABGLT foi alvo de hackers. Plantaram uma falsa nota conclamando para um ato público em Brasília, hoje, em frente à Catedral, em que supostamente seriam queimados exemplares da Bíblia.

Reagindo emocionalmente à divulgação da falsa nota, como era previsível, diversas pessoas, inclusive religiosas,  ficaram indignadas. O sítio de notícias Uol deu a manchete iniciando-se com o conteúdo falso: Site da Abglt convoca para ato de queima da Bíblia; entidade diz que foi hackeada.

Uma leitura um tantinho atenta desfaria logo, logo os equívocos. No texto falso, há a convocação "nós ativistas LGBTT iremos queimar um exemplar da 'Bíblia Sagrada'"." Mas o Movimento Homossexual Brasileiro não se identifica dessa forma.

Segue a matéria do Uol: "Em seguida, a mensagem defendia que "um livro homofóbico como este não deve existir em um mundo onde a diversidade é respeitada."
Por fim, o autor da postagem, que se indentificava como "João Henrique Boing, ativista GLSBTT", conclamava o público para seu suposto ato: "Amanhã iremos queimar a homofobia. Compareça"."

Quem minimamente conhece os e as ativistas desses movimentos, sabe que eles tem conhecimento de que a Bíblia não é homofóbica.  Sabe, igualmente, que não é dessa forma (ativista GLSBTT) que eles se nomeiam ou nomeiam o movimento.

Mas, como tambem existem pessoas razoáveis, capazes de refletir com um mínimo de isenção, diversos comentários foram postados no sítio da empresa de notícias refutando a veracidade de semelhante informação e, tambe, criticando a Uol pela forma como divulgou a notícia - induzindo o endosso.

O assunto foi alvo de muitos comentários,  nas redes sociais e nos blogsa favor e contra, acreditando e não acreditando na veracidade. A Uol, depois, republicou o assunto, com outro título: "Em fórum virtual, supostos hackers comemoram ataque a site da ABGLT". Nessa matéria, diz que

Toni Reis, presidente da associação, afirmou ao UOL Notícias que a publicação teria sido causada por um ataque de hackers. "Não somos nós que estamos publicando esse tipo de coisa. Temos respeito total pelas religiões. A Bíblia é para ser respeitada", disse ele.
Toni pediu "mil desculpas" aos que se sentiram ofendidos com a postagem. "Estamos tentando verificar quem é o autor desse tipo de ataque. É alguém muito mal intencionado. As pessoas que são homofóbicas não param de nos atacar."
Publicações em um fórum de internet anônimo parecem confirmar o ataque. Por volta das 20h, o "brchan", um canal anônimo de publicação de imagens e textos, trazia diversos posts comemorando a ação.
"A fogueira de bíblias continua causando indignação aos evangélicos", afirma uma mensagem anônima. "O objetivo foi conquistado: gerar ódio por parte da população contra os viados". Em seguida, o mesmo post conclui: "Vencemos".
Em seguida, outra mensagem festeja: "A merda foi um grande sucesso, até melhor do que eu esperava".
Depois da divulgação no Twitter da hipótese de suposto ataque hacker, um post no fórum adverte: "Isso já era previsível no início, mas descobriram tarde demais".
"É só acompanhar a propagação entre evangélicos, está sendo muito maior. Eles não vão conseguir reverter a tempo", afirma o post, sobre a informação plantada. "Mais e mais pessoas estão se indignando contra os gays".
"Já jogaram o isqueiro no celeiro. Agora é só ficar à distância e esperar o incêndio apagar", responde outro participante."
Veja a íntegra aqui.


Agora, o sítio da ABGLT, na seção Notícias, está vazio.


Perseguições ao Pastor Ricardo Gondim

O Pastor Ricardo Gondim, após a publicação da entrevista que concedeu à Revista Carta Capital, defendendo o estado laico e o reconhecimento sociojurídico aos homossexuais, foi alvo de punição por parte de sua comunidade:

"Como nos tempos da Inquisição
Após defender o Estado laico e o reconhecimento jurídico da união homoafetiva em entrevista a CartaCapital no fim de abril (clique aqui para ler), o pastor Ricardo Gondim, líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista, virou alvo de ferrenhos ataques de grupos evangélicos na internet. Um fiel chegou a dizer, pelo Twitter, que se pudesse “arrancaria a cabeça” do pastor herege. “É como se vivêssemos nos tempos da Inquisição”, comenta Gondim, que já previa uma reação de setores do mainstream evangélico, os movimentos neopentecostais com forte apelo midiático. Surpreendeu-se, no entanto, ao ser informado que, graças às declarações feitas à revista, não poderia mais escrever para uma publicação evangélica na qual é colunista há 20 anos."
A matéria é de autoria de  Rodrigo Martins

Pr. Ricardo Gondim responde às perseguições

Sentindo-se incomodado com a onda se perseguição que viu desencadear-se sobre si, o Pastor Gondim publicou em seu sítio uma Carta Aberta. Eis a íntegra da mesma (os negritos são de minha autoria):

Minha carta aberta
Ricardo Gondim

Minhas coragens não tão corajosas
Tornei-me alvo de todos os crivos. Depois de devidamente rotulado, sinto-me dissecado, espiritual, moral e psicanaliticamente. Pessoas que não me veem há décadas, se sentem com liberdade de diagnosticar o que “vem acontecendo com o Gondim”. Não há como negar que me sinto incômodo com achômetros.
Faltam-me argumentos. Como explicar que não perdi a fé, que não apostatei, que não estou na ladeira do inferno e que não sou um Belzebu? Diante de juízos subjetivos, melhor calar. Não vale sequer lembrar que a tarefa de separar trigo e joio, sempre delicada, Deus reservou aos anjos e, ainda assim, para o fim dos tempos. Como justificar-me diante da presunção de que não há outro caminho para a espiritualidade que não seja o pacotão doutrinário, que os evangélicos se consideram legítimos guardiões?
Um rapaz de apenas 24 anos mandou-me uma mensagem insolente, mal educada. Notei que ele era apenas dois anos mais velho que o Pedro, meu filho. A princípio, meu estômago embrulhou; depois, uma leve taquicardia fez meu coração perder o ritmo. Logo, porém, pensei no futuro do jovem. Onde ele estará com a minha idade? Acalmei. E supliquei a Deus por sua alma.
Os dias são bicudos. Mas não vou fragilizar-me diante de algozes, ainda noviços na arte de difamar e enxovalhar. Não darei o privilégio de verem as lágrimas que derramo por escolher um caminho acidentado. Meus soluços, conhecem Deus, meu travesseiro e minha mulher. Permanecerei altivo em minhas colocações. Não, não me considero uma encarnação de Quixote. Minha altivez esconde o homem claudicante, fraco mesmo. Mas, à minha fraqueza, fiquem certos senhores e senhoras da reta doutrina, vocês nunca terão o privilégio de acessar.
Estou consciente de que devo explicações. Entretanto, antes de explicar-me, acredito que eu tenho que dar satisfações. Mas, dar satisfações a quem? Primeiro, à minha própria consciência. Devo trancar a porta do banheiro e, sozinho, olhar o que me espreita de dentro do espelho, e perguntar: “Aonde você quer chegar, cara?”. Beirando os 60, eu deveria já preparar-me para uma aposentadoria tranquila (eu sei que alguns torcem por isso). "Por que o risco de posicionar-se no que só traz prejuízo pessoal? Por que deixar as costas à mercê de quem maneja bem os punhais?". Respondo ao velhote que mira os meus olhos de dentro do espelho: “Faço o que faço pelo simples fato de querer ser coerente e honesto comigo mesmo e com Deus, que ergueu um tabernáculo em meu coração”. 

Sei que é inútil o que vou dizer. Mesmo assim digo: Não desejo holofotes; eu já os tive. Não surfo no oportunismo midiático, em busca dos prosaicos quinze minutos de fama; eu sei azeitar um discurso pequeno-burguês e ganhar o favor de quem patrocina aventuras caríssimas na televisão. Conheço bem os truques do peleguismo religioso. Caminho nos corredores, sacristias e bastidores do meio desde a adolescência.  Só que não consigo mais respirar esse ar viciado.
Por que falar em direitos civis de homossexuais? Pelo simples fato lembrar-me de Niemöller, o pastor luterano que bem expressou a passividade de sua geração quando a justiça foi pisoteada pelos nazistas: "Quando vieram atrás dos judeus, calei-me, pois não era um deles; quando vieram prender os comunistas, silenciei, eis que não era comunista; quando vieram em busca dos sindicalistas, calei-me, pois eu não era sindicalista; depois, vieram me prender, não havia mais ninguém para protestar e ninguém disse nada".
Não levanto a bandeira homossexual. Ela não é minha, eu não sou homossexual. Levando o estandarte do direito. Ele diz respeito não só aos homossexuais, mas aos religiosos, aos ateus, aos ciganos, aos deficientes. Quando a lei protege um segmento da sociedade, acaba por alcançar os que não fazem parte daquele segmento. Por que insisto em fazê-lo? Porque acredito que Jesus, o meu senhor e salvador, o faria.
Sim, concordo, tenho que dar explicações. Mas a quem? Devo explicações aos que acompanham as mudanças milimétricas que venho fazendo ao longo dos anos; pessoas que entendem as articulações que brotam de meus neurônios racionais e de minhas entranhas espirituais. Tenho certeza que elas se surpreenderiam se eu respondesse qualquer coisa diferente do que veio na entrevista. Prego todos os domingos e disponibilizo as mensagens na www.tvbetesda.com.br . Escrevo em um site/blog www.ricardogondim.com.br . Publiquei diversos livros. Meus pensamentos estão espalhados por aí. Meus parceiros não se assustaram com nada do que eu disse à Carta Capital. Pelo contrário, celebraram a oportunidade que tivemos de comunicar os valores do reino para outros que não fazem parte do movimento evangélico.
Por último, um hábil escritor sugeriu que eu estou em crise de fé. Eu sei que ele confunde fé com a aceitação da doutrina calvinista. Devo responder-lhe que tomo sua insinuação como insulto, mero xingamento. 

 Reconheço, igualmente, que os rótulos de estar alinhando ao teísmo aberto, de ser liberal, humanista, ateu, para mim, não passam de simplificações de quem desejava calar-me. Alguns intuíram que seus discursos já não se sustentam diante da realidade concreta das pessoas, por isso, buscam desqualificar-me. Deixo claro: não retrocederei, mesmo xingado. Não há como voltar; puxei um novelo de significados e sentidos e estou fascinado com os fios. Cada nova descoberta me leva para mais perto de mim, do meu próximo e de Deus. Agora vou até o fim.
Ricardo GondimSoli Deo Gloria

***

A minha total solidariedade, Pastor.
Senti-me profundamente reconfortada ao ler a sua entrevista e, agora, a sua Carta Pública. Reconfortada porque é exatamente essa a noção que tenho do Deus e da religião. Reconfortada ao ver um Pastor evangélico com esse nível de entendimento - fraternal, amistoso, justo. O muito obrigado meu e, estou certa, de todas as pessoas de boa fé.

2 comentários:

Rita Colaço Brasil disse...

Recebi mais um comentário postado por "Anônimo". Penso então ser necessário dizer que comentários anônimos não são aceitos.

O anônimo em questão elencava trechos de livros da Bíblia onde havia censura, por parte do autor do mesmo, a práticas sexuais entre pessoas do mesmo sexo. - Mais uma leitura descontextualizada, ahistórica.

A próposito, talvez valha recordar as outras manifestações históricas.

"apoio à escravidão (Levítico 25: 44-46), ao apedrejamento (Deuteronômio 22: 22-24), à punição dos filhos pelos pecados dos pais (Deuteronômio 5: 9), à pena de morte aos adivinhos de futuro (Levítico 20: 27), à pena de morte aos que amaldiçoem pai ou mãe (Êxodo 21: 15), à pena de morte a quem não escutar o sacerdote (Deuteronômio 17: 12) e, claro, à pena de morte para quem trabalhar no sábado (Êxodo 31; 12-14)."

Ver o texto completo na postagem "O Custo Palocci ..." neste blog.

Rita Colaço Brasil disse...

domingo, 26 de junho de 2011
Marta contraria Dilma sobre kit anti-homofobia e diz que vai alterar o PL 122
Em coletiva que antecedeu o início da 15ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) contrariou a posição da presidente Dilma Rousseff sobre o conteúdo dos kits anti-homofobia. [...]Na mesma coletiva, a senadora Marta Suplicy afirmou que pretende alterar o projeto de lei 122, que criminaliza a homofobia. Segundo ela, a principal alteração será mudar o nome e o número do projeto, e não o conteúdo. “Já temos um conteúdo acordado [com a maior parte da bancada evangélica], o problema maior agora, depois de eles [os contrários ao projeto] demonizarem a proposta por 10 anos, é como agir e dizer aos fieis a favor do projeto PL 122. Vários setores têm seu preconceito baseado no 122”, disse.
Com relação ao texto do projeto, Marta afirmou que a maior mudança será no artigo 20. Com a nova proposta será considerado criminoso quem induzir crimes contra homossexuais. “Nós conseguimos um meio termo”, disse a senadora.
http://lwerneck.blogspot.com/2011/06/marta-contraria-dilma-sobre-kit-anti.html