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sexta-feira, 23 de março de 2012

Bolsonaro quer separação de sangue entre hetero e homossexuais

Do portal da família Bolsonaro:
O Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) apresentará projeto de Lei criando a identificação do sangue à ser doado, discriminando-os entre sangue de homossexuais e heterossexuais.

Segundo informações do Ministério da Saúde, a probabilidade de um sangue de um homossexual estar infectado com o vírus HIV é muito maior do que de um doador heterossexual.

“O boletim, do Ministério da Saúde chama a atenção para públicos específicos, que têm tido comportamento diverso e ampliado o número de casos. Ao longo dos últimos 12 anos, a porcentagem de casos na população de 15 a 24 anos caiu. Já entre os gays da mesma faixa, houve aumento de 10,1%. No ano de 2010, para cada 16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10.”

A identificação da sexualidade do doador torna-se importante a partir do momento que ali passa a existir a possibilidade do crítico provar que não é homofóbico e que optará com orgulho pelo sangue com maior risco de infecção.

O assunto hora em questão não trata-se de ideologia, como colocado por ignorantes, mas sim, de saúde pública, pois para um homossexual doar seu sangue com segurança sem que exista risco de contaminação com o HIV é de 12 meses sem relação sexual, como exposto na portaria do Ministério da Saúde número 1.353, de 13 de junho de 2011. (art. 34, §11, IV,d).

A falta de argumentos dos defensores da Anencéfalica Ditadura Homossexual, coordenada por ONGs e politicos que somente buscam verbas públicas, ou notoriedade falsa explorando uma maioria ingênua, qualificam qualquer um de Homofóbico, mesmo que seu “opositor” possua todos os argumentos convincentes e legais que desqualificam a tentativa de beneficiar uma pessoa ou grupo por sua opção sexual e não mais por sua competência.

< Boletim epidemiológico da aids com dados atualizados: http://bit.ly/GBrCz9 < Portaria do Ministério da Saúde 1.353/2011. http://bit.ly/GBrXlp Postado por FAMÍLIA BOLSONARO às 12:15 (Destaques da responsável pelo blog)
 Seria minimamente coerente se a família Bolsonaro e todas as pessoas que afirmam que a homossexualidade é contagiosa, propagando-se com o convívio; que é uma aberração e que tais, se abstivessem, por exemplo, de utilizar computadores e todo e qualquer sistema informatizado, vez que se originaram nos estudos de Alan Turing, um homossexual.

Bolsonaro's: homossexualidade é contagiosa, propaga-se pela palavra

A população carioca, fluminense e nacional comprometida com os direitos humanos universais, com a república, a democracia e o estado laico cada dia mais se surpreende com o grau de desconhecimento e intolerância do grupo obscurantista e disseminador do ódio aos diferentes.

21 vereadores - contra apenas 9 - aprovaram o texto do projeto de lei do vereador Carlos Bolsonaro instituindo o nazismo em face da luta pela superação da homofobia e do bullying, proibindo a discussão, nas escolas, da questão da orientação sexual.

A tentativa do movimento LGBT junto com alguns governantes é destruir a célula familiar para manipular mais facilmente pessoas que querem ser beneficadas apenas por terem uma opção sexual diferente, fracassou novamente.

A verdade sempre prevalecerá. Um ser humano que se preza não coloca sua sexualidade acima de sua competência. O que fazemos entre 4 paredes só diz respeito à nós mesmos e ninguém é melhor ou pior do que ninguém porque tem uma opção sexual diferente, que justifique cotas para homossexuais e livros didáticos com enfoque na desconstrução da heteronormatividade, como propôe o kit-gay 2.

Impossivel não falarmos de Deus neste momento, graças a ele, as mentes de 21 vereadores foram iluminadas, mesmo com a utilização de argumentos mentirosos e pesados por parte de alguns dos 9 vereadores, que votaram contra, tenham sido maldosamente utilizados.

A matéria agora irá para segunda discussão, e se aprovada, caberá ao Prefeito Eduardo Paes sancionar a proposta.

A primeira batalha foi vencida e é notório que pelas pesquisas apresentadas, a população carioca não aceita este tipo de orientação dentro das escolas primárias de nosso município.

A família carioca agradece, e finalizo deixando aqui um abraço fraternal a todos os parlamentares que se colocaram contrários à mais esta tentativa esdrúxula de se infiltrar nas escolas primárias do Brasil assuntos que não dizem respeito à educação e à cultura que essa gama procura.
 Eis o texto integral do projeto de lei do vereador Carlos Bolsonaro, que afirma em seu TT
Somente um imbecil, mal informado ou mau caráter diz q meu projeto sobre o kit-gay fala sobre bullying.
PROJETO DE LEI N° 1082/2011
Veda a distribuição, exposição e divulgação
de material didático contendo orientações sobre a
diversidade sexual nos estabelecimentos de Ensino
Fundamental e de Educação Infantil da rede pública
municipal da Cidade do Rio de Janeiro e dá outras
providências.
AUTOR: Vereador Carlos Bolsonaro
A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
DECRETA:
Art. 1º Fica vedada a distribuição, a exposição e a divulgação de livros, publicações, cartazes, filmes, vídeos, faixas ou qualquer tipo de material, contendo orientações sobre a diversidade sexual nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e de Educação Infantil da rede pública municipal da Cidade do Rio de Janeiro.
Parágrafo único. O material a que se refere o caput deste artigo é todo aquele que, contenha orientações sobre a prática da homoafetividade, de combate à homofobia, de direitos de homossexuais, da desconstrução da heteronormatividade ou qualquer assunto correlato. (Destaques da autora do blog)
Art. 2º O Poder Executivo ficará responsável pelo fiel cumprimento desta Lei, devendo abrir imediato processo investigatório para apurar responsabilidades, em caso de seu descumprimento.
Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Plenário Teotônio Villela, 11 de agosto de 2011. [Pobre Teotônio Vilela! E justo no dia da criação dos cursos jurídicos no Brasil!]
CARLOS BOLSONARO
Vereador
 Repitamos a lista dos que votaram a favor:

Argemiro Pimentel (PMDB),
Carlo Caiado (DEM), 
Carlos Bolsonaro (PP), 
Dr. Edison da Creatinina (PV),
Dr. Eduardo Moura (PSC), 
Dr. João Ricardo (PSDC), 
Dr. Jorge Manaia (PDT), 
Ivanir de Mello (PP), João Cabral (PSD), 
João Mendes de Jesus (PRB), 
Jorge Braz (PMDB), 
José Everaldo (PMN), 
Luiz Carlos Ramos (PSDC), 
Márcia Teixeira (PR), 
Nereide Pedregal (PDT), 
Patrícia Amorim (PMDB), 
Professor Uóston (PMDB), 
S. Ferraz (PMDB), 
Tânia Bastos (PRB), 
Tio Carlos (DEM) e 
Vera Lins (PP).
E os que votaram CONTRA:

Adilson Pires PT,
Andrea Gouvêa Vieira PSDB,
Carlinhos Mecânico PSD,
Eliomar Coelho PSOL,
Leonel Brizola Neto PDT,
Paulo Messina PV,
Paulo Pinheiro PSOL,
Reimont PT e
Teresa Bergher PSDB

Vereadores do Rio que votaram a lei nazista contra a superação da homofobia

Enquanto o Parlamento de Uganda apresenta projeto de lei para impedir que homossexuais portadores do HIV tenham acesso aos medicamentos, o Rio de Janeiro, a cidade mais universalista, democrática, fraterna e simpatizante às minorias, tendo já sido distinguida com duas indicações internacionais nesse título, vê os seus vereadores fazerem esta regressão ao nazismo.

(O choco do ovo da serpente segue de vento em popa. Também na Alemanha, de 1933 a 1939 ninguém se incomodou muito com o avanço da ideologia nazista.)

Todos esses votaram a favor do projeto que proíbe a distribuição de material didático sobre diversidade sexual na Camara de Vereadores do RJ:

Argemiro Pimentel (PMDB),
Carlo Caiado (DEM), 
Carlos Bolsonaro (PP), 
Dr. Edison da Creatinina (PV),
Dr. Eduardo Moura (PSC), 
Dr. João Ricardo (PSDC), 
Dr. Jorge Manaia (PDT), 
Ivanir de Mello (PP), João Cabral (PSD), 
João Mendes de Jesus (PRB), 
Jorge Braz (PMDB), 
José Everaldo (PMN), 
Luiz Carlos Ramos (PSDC), 
Márcia Teixeira (PR), 
Nereide Pedregal (PDT), 
Patrícia Amorim (PMDB), 
Professor Uóston (PMDB), 
S. Ferraz (PMDB), 
Tânia Bastos (PRB), 
Tio Carlos (DEM) e 
Vera Lins (PP).


E pra quem for flamenguista, [mas defenda os direitos humanos universais] aproveite e boicote tudo relacionado ao clube enquanto Patrícia Amorim for presidente do Flamengo.

Colaboração de Luciana C., no FB.