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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Em Defesa da Empresa Brasil de Comunicação

O ministro da Secretaria de Governo, general Santos Cruz, fará hoje (15/02), uma reunião com as trabalhadoras e trabalhadores da Empresa Brasil de Comunicação. Ao ministro, nossas mensagens são públicas e transparentes.

Entre elas: 1) Unir TV Brasil e TV NBR é ferir de morte a comunicação pública, aqui entendida como da sociedade, do povo brasileiro, com independência e autonomia, não governamental. A separação entre uma TV pública e outra estatal é mandamento da Constituição Federal, é o formato defendido pela ONU, pela OEA (Organização dos Estados Americanos) e pelo Ministério Público brasileiro, via Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão.

2) Acabar com parte das emissoras de rádio da EBC é acabar com nosso patrimônio histórico, social e cultural. Cada emissora cumpre um papel específico, regional, levando informação e cultura para os quatro cantos do país.

3) A existência e as devidas condicões de atuação de nossas praças (RJ, SP e MA) são imprescindíveis para a EBC. Sem elas, a EBC deixa de cumprir sua missão de levar informação de qualidade para toda a população brasileira.

4) Há recursos. Existe um fundo específico para a empresa, criado por lei, com mais de 2 bilhões de reais. Se esse dinheiro for liberado, o governo federal não precisaria gastar 1 real com a EBC pelos próximos 4 anos.

 A EBC cumpre seu papel constitucional de garantir o direito à informação da sociedade. É isso o que ela faz. É isso o que ela deve continuar fazendo.

 #FicaTVBrasil #FiquemRádiosEBC

Abaixo, vídeo com um pouco do papel histórico da EBC, com os devidos agradecimentos ao programa mais premiado da casa, o Caminhos da Reportagem:

https://www.facebook.com/ficaEBC/videos/376574006457082/

http://tvbrasil.ebc.com.br/radio90anos/episodio/programa-marca-90-anos-da-primeira-transmissao-radiofonica-no-brasil

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Sidney Rezende na equipe de grandes da rádio Nacional AM RJ

Carta enviada à Ouvidoria da EBC

Sou assídua ouvinte da rádio Nacional AM RJ há muitos anos, assim como da TV Brasil e, bem menos da MEC AM (por "culpa" da Nacional AM RJ).

É, pois, deste lugar que venho expressar a minha mais profunda indignação pela forma pela qual a EBC vem veiculando material divulgativo da entrada do jornalista Sidney Rezende para os quadros da nossa histórica e querida rádio Nacional AM RJ.

Em todas as chamadas que assisti, sobretudo na TV BRASIL, o colocam em supremacia em relação a todo o corpo de excelentes profissionais das emissoras da EBC. O anunciam com omissão a qualquer referência ou valorização dos demais profissionais que há anos vem desenvolvendo excelente trabalho, que tanto tem dignificado não apenas o jornalismo da rádio Nacional AM RJ, DF, Amazônia, mas, também, o próprio jornalismo em si (inclusive as jornalistas, coisa rara de existir no radialismo - mulheres comandando o programa).

Que a emissora queira capitalizar audiência a partir da popularidade do ex-jornalista das Organizações Globo, é legítimo, até por conta da excelente qualidade do serviço que tem prestado durante todos esses anos (o que me fez migrar da CBN AM e BAND RIO FM para a Nacional AM RJ, que escuto frequentemente, de domigo à domingo, até às onze horas da manhã e, nos finais de semana, até às 12, 13h e depois volto a sintoniza-la ao me deitar). Mas fazê-lo obliterando, omitindo, a participação de toda a grande equipe de profissionais jornalistas de altíssima qualidade e tantos anos de casa, é um desrespeito que não podemos admitir. (Já basta a não explicada supressão do programa HISTÓRIAS DO FRAZÃO, com respostas apresentadas por essa Ouvidoria de que estavam em fase de assinatura de novo contrato.)

 Atenciosamente,
 Rita Colaço